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Jornal ABRA

Exercícios Respiratórios na Asma

Dra. Viviane Cristina Alves
Fisioterapeuta
A asma é uma doença inflamatória das vias aéreas, que resulta em aumento da resposta brônquica à certos estimulantes alergênicos como poeira, pêlos e outros, que levam a episódios de sibilância (chiado), tosse, aperto no peito e dispnéia (falta de ar).
O fisioterapeuta é membro da equipe multidisciplinar, e pode ser chamado a tratar de pacientes com doença aguda assim como aqueles que sofrem de alteração crônica. As alterações que ocorrem no organismo do paciente asmático tendem a aumentar com a progressão da doença e a desencadear sintomas limitantes de acordo com a gravidade. Essas alterações podem ser acompanhadas por alteração da caixa torácica e da atividade dos músculos respiratórios, aumentando o trabalho respiratório e diminuindo a capacidade de exercício.
A respiração alterada, ou seja, realizada de forma errônea leva ao aumento da tensão dos músculos respiratórios e dificuldade de relaxamento, com conseqüente alteração principalmente na expiração. Tal situação está intensificada durante a crise asmática. A maioria dos pacientes com asma têm habitualmente uma postura considerada “fechada”, aumento da cifose torácica (“corcunda”) com anteriorização e depressão dos ombros que levam a diminuição da capacidade funcional, um menor nível de condicionamento, piora da aptidão física. A fisioterapia tende a amenizar as dificuldades mecânicas e fisiológicas dos asmáticos, além de proporcionar algum efeito tranqüilizante permitindo ao paciente, enfrentar, controlar e diminuir a dispnéia durante a crise asmática, através de exercícios denominados de exercícios de resgate , retomando a confiança psicológica e física e de exercícios de manutenção, os quais consistem no treinamento do paciente para o fortalecimento e utilização adequada da musculatura respiratória de maneira que os músculos fiquem relaxados e possam promover a reeducação funcional e postural.